Janela Quebrada .
Falo de amor bem baixinho
Em sussurros
As vezes me deixo mudo
Disfarço,
Faço como quem não sabe do que se trata
Ah, o amor…
Tenho feridas que ainda ardem quando penso sobre ele
Tanto que tenho evitado pensar,
Sentir,
Falar.
A inspiração foge como se houvesse uma ventania em mim
Vejo as palavras se misturarem
Assisto tudo perder o sentido.
Se me perguntam
Eu não sei o que sinto,
Não sei como me sinto.
Leo Fialla (via principedecopas)
Não, eu não sumi. Continuo morando no mesmo endereço. Ainda continuo com o mesmo número de celular. Não parei de frequentar os meus lugares favoritos e muito menos troquei de email, assim como não deletei nenhum rede social. Eu apenas parei de me importar com “você sumiu”, “sinto sua falta”. Pois bem, tu sabes aonde me encontrar.
Querido John. (via abyss-of-loneliness)
Você disse “oi”; eu respondi.
Você não tinha mais cigarros; eu ofereci.
Você queria andar; corremos.
Você queria beijar; eu também.
Você tinha medo; eu não.
Você tinha algo; eu não tinha ninguém.
Você me beijou. Você me beijou.
Eu queria beijar; você não sabia mais.
Eu queria correr, você fugiu.
Eu tinha você; você não queria nada.
Eu disse “oi”; você disse “adeus”.
Eu tenho tantos cigarros; você nem fuma mais.
Queria que você ligasse; você não ligou.
Queria que você falasse; você se calou.
Queria que o tempo passasse; você voou.
Adiós Esteban. (via romantizar)
A gente pode falar um pouco sobre a falta, sobre a saudade. A gente pode até conquistar o tempo que nunca foi nosso. A gente pode até falar dos erros, dos acertos, das coisas feitas e desfeitas. Podemos admitir os impasses, as complicações e o que nos fez elevar-se a isso. A gente vai deixar guardado as lembranças e vai contar histórias, vamos olhar as fotografias e encher os olhos de saudade. As coisas não irão mudar, nós iremos sentir falta, mas nossos destinos serão sempre diferentes, mesmo que eles tenham sido cruzados. Vamos ser pra sempre depois do fim. A gente vai notar cada detalhe pequeno que nos transformou em pó, vamos perceber cada desacerto que nos coube, e cada birra que não nos trouxe nada em troca. E então, nós vamos lembrar das promessas, dos sonhos, dos desejos, do que viria pra frente, afinal, o que nós esboçamos sempre foi isso: eu e você, até mesmo que não fôssemos. Ainda vai ser amor, mesmo sem as promessas cumpridas, mesmo sem os sonhos realizados, e mesmo sem os desejos contentados. Ainda vai ser amor, mesmo depois da história fantasiada demais pra ser real.
Ariel S.  (via doce-inverno)